Página Principal

Mestre Samael

 Mestre Rabolu

Mantrans

Livros

Figuras

Menu
O que é gnose
Introdução aos 3 Fatores
O 1 Fator da Revolução
O 2 Fator da Revolução
O 3 Fator da Revolução
A tarefa ao estudante
Alerta aos jovens
O poder da Mãe Divina
Chave para o resgate
Mensagem a juventude
O sofrimento
Vantagem de estar desperto
O matrimonio e o amor
Educação Infantil
Conexão Interna
A disciplina
A mitomania
Poder do Chacra Cardíaco
Rebeldia Psicológica
Por que nos auto conhecer?
Judas Iscariotes
A família
Clarividência e Pseudo Clarividência
Os 3 caminhos que se abrem ao desencarnado
Mensagem as Damas Gnósticas
A obediência
O Pecado contra o Pai e o Espírito Santo
Alma e Espírito
Origem do Eu
O Iniciado
Igreja Gnóstica
Descenso ao Abismo
Simbolismo do Natal
Práticas
Auto Observação
Forças Cósmicas
Dança dos derviches
Defesa e proteção
Relaxamento e Concentração
Desdobramento astral
Desdobramento mental
Meditação
Sublimação para  solteiros
Intuição
Morte em marcha
Concentração para o dia
Mantrans e as objeções
Despertar nos sonhos
A não  Identificação Diária
Como recordar dos sonhos?
Simbolismo e prática da cruz
Desdobramento Astral - O Saltinho
Emoções superiores
Biografia
Mestre Samael
Mestre Rabolu 
Download
Livros Mestre Samael
Livros Mestre Rabolu
Mantrans
Figuras esotéricas
 Vídeos
Mestre Samael e Rabolu
Viagem Interior  
Mensagens para reflexão
Contato
E-mail

Obrigado pela visita!

Deixe sua mensagem!

 

A vantagem de estar desperto
 
 

Conforme a Consciência vá despertando, as possibilidades de experimentação direta se farão cada vez mais lúcidas e contínuas.

 

 

(...)

Conforme a Consciência vá despertando, as possibilidades de

experimentação direta se farão cada vez mais lúcidas e contínuas.

Antes de tudo, meus caros amigos, quero que os senhores aprendam a manejar praticamente as diversas centelhas de Consciência desperta. 

Na vida prática podemos anotar cuidadosamente o fato concreto de que todas as pessoas vivem com a Consciência adormecida.

Nestes instantes, vêm-me a memória as lembranças de algo insólito. Faz uns 17 ou 18 anos, achando-me em um mercado da colônia Federal com minha esposa-sacerdotiza Litelantes, no momento em que reclamávamos um relógio que ela havia mandado consertar numa relojoaria, fomos, de repente, sacudidos por uma violenta explosão de dinamite.

 Litelantes, horrorizada, me pediu que regressássemos para casa de imediato. É óbvio que minha resposta foi francamente negativa; de modo algum queria expor nossas vidas a uma segunda explosão que sabia havia de ocorrer.

 Inúteis foram seus rogos... Em tais momentos ressoaram as sirenes e sinos dos “apagafogo” ou bombeiros.

 Aqueles humildes e mártires servidores da humanidade se precipitaram no lugar das explosões... “De todos estes bombeiros que acabam de entrar no teatro dos acontecimentos não se salvará nenhum. Morrerão.” Tais foram minhas palavras. Litelantes, horrorizada, guardou silêncio.

 Instantes depois, uma segunda explosão fez estremecer terrivelmente a cidade do México.

 O resultado foi a morte de todos esses humildes servidores.

Desintegraram-se automaticamente, pois não foram achados nem os cadáveres. Tão-somente se encontrou, por aí, a bota de um sargento.

 Eu, francamente, fiquei assombrado com o grau de inconsciência em que se encontravam tais bombeiros. Se eles estivessem despertos, de nenhuma maneira teriam perecido.

Ainda recordo o pranto das mulheres que fugiam daquele mercado e dos meninos que, horrorizados, agarravam-se nas saias de suas mães.

 Se eu não estivesse desperto, obviamente teria perecido, porque, no lugar onde devia tomar o ônibus, tão indispensável para regressar para casa, morreram centenas de pessoas.

 Ainda não pude esquecer tantos e tantos cadáveres que, atirados na beira da calçada da rua, jaziam, tapados com papéis de jornais.

Inquestionavelmente, essas vítimas foram devidas à curiosidade; tratava-se de curiosos, pessoas inconscientes adormecidas, que, depois da primeira explosão, haviam concorrido ao lugar dos acontecimentos, para contemplar o espetáculo.

 Se tais pessoas tivessem estado despertas, jamais teriam concorrido como curiosos ao lugar dos acontecimentos. Desafortunadamente, dormiam profundamente. Assim foi como encontraram a morte.

 Quando regressamos para casa, situada na colônia Caracol, nossos vizinhos estavam alarmados; supunham que havíamos morrido. Certamente assombraram-se de que, apesar de estarmos tão perto do lugar da catástrofe, ainda pudéssemos regressar vivos. Eis aqui a vantagem de estar despertos.

Devemos despertar, amigos, e aprender a viver alertas de momento em momento, de instante em instante.

 

Texto extraído do livro:

Sim Há Inferno, Sim Há Diabo, Sim Há Carma - V.M. Samael Aun Weor (para download do livro clique aqui)

 

 
 
 
     

“Este ensinamento para mim é tão grande porque ele ensina a  gente a viver” (Mestre Rabolú)