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Tarefa aos estudantes gnósticos
 
 

Não há que confundir uma experiência com uma saída em astral. A mim não podem vir com estes contos, estas confusões, porque eu sou prático e sei o que é um desdobramento astral e o que é uma experiência. (M. Rabolú)

 

 

 

Vendo a incompreensão do estudantado gnóstico em escala nacional e internacional, vejo-me na necessidade de esclarecer alguns pontos do ensinamento que dou no “A águia rebelde”.

Esclareço que não há que confundir a concentração com a auto-observação; são duas coisas diferentes. Quando falo da  concentração, está se falando de um só pensamento em um objeto, um sujeito, um lugar; pode se coração, pode ser onde seja, que a concentração é quando existe um só pensamento, nada mais. E a auto-observação é pelos cinco centros inferiores da máquina humana.

Por exemplo: vocês se concentram no desdobramento astral, podem concentrar-se em seu coração para que não entre nenhum outro pensamento, senão, estão no que estão. Porém, para a auto-observação dos defeitos não é o coração, se não os cinco centros da máquina humana. Os cinco centros, porque por aí é que se manifestam os elementos psíquicos ou agregados psicológicos.

De modo, pois que os que estejam concentrados no coração para descobrir os agregados psíquicos, estão perdendo o tempo; isso não é por aí. É a auto-observação nos cinco cilindros inferiores da máquina humana.

Quando os quatro centros inferiores roubam ao quinto, que é o sexual, este , por sua vez, tem que roubar aos outros, então se carrega de hidrogênios muito mais pesados e vem o desequilíbrio sexual. Esta auto-observação, se a dirige aos cinco cilindros ou centros inferiores da máquina humana, com o fim de que os agregados psíquicos que vá desintegrando uma pessoa, vá normalizando a máquina e cada centro comece a trabalhar com seu próprio hidrogênio, sem haver mistura de energias, e assim vem o equilíbrio. Enquanto não nos equilibremos bem estes cinco centros, não poderemos chegar, entrar no caminho iniciático.

Esclareço isto, para que não confundam a concentração com a auto-observação; são muito diferentes. Espero, pois, que com este esclarecimento comece a trabalhar o estudantado devidamente bem. Isto o faço para que não percam o tempo e realizem muitas coisas dentro de si, que os esperam.

Estranha-me muito que haja esta confusão no estudantado, posto que na “Síntese das Três Montanhas” explico eu esta parte que explico nesta circular, porque como não são conscientes do que estão lendo ou estudando, passam desapercebidos.

Este trabalho e o desdobramento astral devem começá-lo de uma vez, todo mundo.

Necessita-se urgentemente gente consciente em outras dimensões superiores, para que ajudem a humanidade, porque assim como vai o Movimento Gnóstico, cegos guiando a cegos, todos caem no abismo. Necessita-se gente consciente, que saibam conduzir a humanidade, saibam dar um ensinamento positivo e não negativo. Um adormecido o que dá é negativo.

De modo, pois, que esta é uma tarefa que lhe ponho a todo o estudantado gnóstico, incluindo os instrutores e a todo mundo.

Não há que confundir uma experiência com uma saída em astral. A mim não podem vir com estes contos, estas confusões, porque eu sou prático e sei o que é um desdobramento astral e o que é uma experiência.

Mestre Rabolu—24/10/1996 (circular aclaratória)

 

 

 
 
 
     

“Este ensinamento para mim é tão grande porque ele ensina a  gente a viver” (Mestre Rabolú)