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PRATICA COM A LEI (1980)
Pergunta – Você quer nos referir algo sobre as Cadeias
que se fazem com o Mestre Anúbis e a que se refere, mais
que tudo, proteção e ajuda?
V.M Rabolú –
Praticamente a noite falamos sobre a cruz. Que para mim
é o meio mais efetivo ou eficaz para alguém dirigir-se
ao Tribunal da Justiça Divina, para pedir ajuda ou para
resolver qualquer tipo “a caminho”, poderíamos dizer,
mais rápido.
Se encoste no solo ou em sua cama, os pés juntos, a boca
para cima, os braços abertos formando uma cruz (mas bem
feita!) que fiquem bem alinhados os braços para formar a
cruz.

Então se dirige ao seu Pai Interno, ao Íntimo, para que
Ele se translade ao Tribunal da Justiça e peça, faça a
petição sobre o que se vai pedir. Já feita essa petição,
entõ se senta sem “danar” a cruz. Assim por três vezes.

Podem assegurar vocês, que esta pratica podem fazer os
irmãos todas as noites, pedindo proteção a Justiça
Divina, para que eles o ajude ou o proteja de qualquer
coisa a alguém. Então isso é completamente efetivo. Eu o
recomendo. Oxalá todos os gnósticos começassem essa
pratica todas as noites como uma devoção, com fé e
verão: tudo irá mudar favoravelmente.
Pergunta – Sobre este aspecto do manejo dos negócios com
os Tribunais do Karma, pois, entendemos que seriam para
pessoas despertas, que possam fazer-se responsáveis.
Mas, sem embargo dentro de nós, podemos usar essa
prática ainda que estejemos assim, num estado tão
subjetivo?
V.M. Rabolú –
Praticamente qualquer pessoa pode faze-las, esta pratica
que acabo de indicar por meio da cruz. Porque em
realidade não há compromisso com o Tribunal, senão, é
uma petição, um favor que se está pedindo. Não há,
poderíamos dizer, compromisso nenhum, senão uma petição;
como pedir esmola a um Superior.
De modo, pois, que aqui não há compromisso nenhum, podem
fazer adormecido ou como estejem. Porque em realidade,
estas petições de todas as maneiras SÃO ESCUTADAS, SÃO
PESADAS na Balança. E se a petição está verdadeiramente
bem feita, pois é (...inaudível) diretamente a pessoa
que o faz.
Como também se está pedindo uma coisa néscia, que não
serve, tampouco a escuta-se. MAS TODAS AS NOITES DEVEM
FAZER SUAS PETIÇÕES NESSA FORMA.
V.M. RBOLU (1980).
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