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Intuição - Como desenvolver
 
 

A intuição é a faculdade ou poder mais grandioso que um estudante
pode ter, porque a intuição é o veículo de expressão do PAI, ou do
INTIMO, ou de qualquer das partículas divinas que levamos dentro.

 

 

 

Vamos mudar de tema, porque a minha intenção é muita, e desejo deixar-lhes algo que verdadeiramente, sim, cheguem a pô-lo em prática, lhes dê resultados.


A intuição é a faculdade ou poder mais grandioso que um estudante pode ter, porque a intuição é o veículo de expressão do PAI, ou do INTIMO, ou de qualquer das partículas divinas que levamos dentro.

 Por aí é que se expressam eles. Por isso o coração não engana a ninguém.

È uma lástima que se vá utilizar o coração para namorar uma dama; "que sinto que dói meu coração"! Não? Isso é baixo. Meter um poder, ou uma faculdade, para coisas materiais. Ou seja, isto serve de comunicação do espírito para a matéria.

Eu tenho muitas cenas, muitas coisas para lhe contar da vida prática, pela intuição.Agora dirão vocês: "Esse é o Mestre! E nós, o quê?" "Olhem, todas as pessoas são mais ou menos intuitivas". O que acontecem é que raciocinam ante um aviso intuitivo.Põem-se a raciocinar. E raciocinar, sim é do ego. Rompem duma vez a comunicação.


NÃO SE DEVE RACIOCINAR.O que as pessoas chamam "coraçonada", ante esta "coraçonada" deve a gente se deter e não raciocinar e ver o que é que lhe estão avisando aí.


Vejam, eu escapei da morte, da desencarnação, não poucas vezes, e livrei muita gente da desencarnação pela intuição, porque eu lhe ponho muito cuidado: sempre estou, aqui onde estou, e sempre estou conectado com o coração, para ver que aviso pode haver instantaneamente. Porque esta é uma faculdade que devemos todos desenvolver, porque é a que o espírito usa, em cada ser humano, como veículo de expressão.


De modo que, pois a letra "O" prolongando o som, se desenvolve esta faculdade, este poder, que é de vital importância. Que todo mundo o desenvolva. As mulheres são mais intuitivas do que o varão. Nisso  nos têm muita vantagem, porque as mulheres raciocinam menos e intui mais. Em troca, nós raciocinamos e não intuímos. Ou seja, ao inverso.


O "O" se pronuncia assim:
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO, imaginando que este chacra se põe em rotação, o chacra do coração, com a imaginação e concentrado no que esta fazendo, desenvolve-se esta faculdade muito FACILMENTE. De modo que, pois essa é uma prática que Oxalá, todos a sigam fazendo, porém MUITO SEGUIDO. Não um dia e outro dia não,senão continuamente, propor-se a conseguir o que se quer. Propor-se é continuar. Não fazer um dia e outro dia não.


Esta faculdade ou poder, é para servir mais á humanidade, com melhor precisão, tudo, porque se prognostica num momento desses; cumpre-se, porém, é em seguida. Não é que amanhã. Senão é que quando nos avisam é porque está o perigo em cima. Então não é de raciocinar, senão de atuar. Aí é onde não nos devemos recordar da mente para nada. Senão atuar.


Como atuar? Dirão vocês.Como atuar? O próprio coração lhe diz o que se deve fazer nesses momentos. O importante é conectar-se diretamente com ele, e ele nos guia e nos tira dos perigos. De modo que, pois, não passar a mente isto, porque é um fracasso. Assim fracassa a comunicação, porque o ego é o contrário e o que raciocina está satisfazendo ao ego, que não é do PAI. E que a manifestação por intuição, não tem lugar o ego; de nenhuma maneira tem lugar o ego.


Se se raciocina, "será ou não será", já isso prejudicou duma vez a comunicação. A gente se deve deixar guiar pelo coração, nesses momentos, e ele diz o que se deve fazer. Isso é uma força que nos
guia. 

Vou contar-lhes algo que me sucedeu em Costa Rica, na primeira vez que passei pela América Central.  

“Acontece que economicamente eu andava na lona, quando me deitei no hotel. Amanhecia com dez  o “cafezinho” vali vinte. De modo que, pois, não tinha como tomar um cafezinho, muito menos fazer o desjejum ou qualquer outra coisa. Bem, eu , todas as noite, saia em corpo astral, para investigar. E acontece que me via sem roupa. Quando alguém se vê em corpo astral, em outras dimensões, sem roupa, é sofrimento, dor para nós. Isso indica.  

Mas, nessa noite, de que lhes falo, nessa última noite, já eu me disse: Bem, entrego-me ao Pai, que eles verão o que fazem comigo; porque de fome não posso morrer. Bem! Saí em corpo astral como de costume, nessa noite, do hotel, flutuei por cima da cidade. Caí numa casa onde ditou o coração. 

Porém aconteceu isto:Pela manhã eu peguei minha maleta com livros, saí da porta e pra onde vou? Eu me recordava do número da casa, porém, da estrada, ou da rua, nada. Senão, do número da casa, sim, recordava-me onde eu havia estado e havia conversado e eu fiquei com  a pasta na mão, na porta do hotel. E para onde vou? Sem saber nem a rua nem o caminho. 

Então fiz isso de não raciocinar, senão seguir o coração.Estou dando um ensinamento a vocês. Deixei-me levar pelo coração. Não raciocinei, se vou para lá? Para cá? Não. Para onde me despertou, arranquei. Caminhei três quadras, lá dizem “varas”, e cheguei a uma esquina. Deu-me dobrar à direita, guiando-me unicamente pelo coração. Dobrei à direita, segui e caminhei com duas quadras mais. Deu-me dobrar a outra esquina à direita. Quando ia pela metade da quadra, olhei o outro lado da calçada, vi a senhora com a qual eu havia falado nessa noite, tirando um lixo para o caminhão da limpeza. E eu disse: è aqui! Então, para confirmar mais, antes de saudar a senhora, olhei o número da casa. Claro, era esse! 

Então a saudei. Mandou-me entrar. Já nos pusemos a brincar, a falar da Gnose e todas essas coisas. Porque, enquanto isso, não havia nenhum gnóstico ainda em Costa Rica. Imaginem-se um país estranho e sem dinheiro. A gente se põe um pouco afanado! 

Bem, falei-lhe do ensinamento e me disse: “Onde está hospedado?” Em tal hotel. “Quanto paga lá?” Cinco “colones” por noite. Então me disse: Venha para cá! Eu lhe dou uma peça que tenho, com todos os serviços, por três colones. “Então eu disse a senhora: Veja, agrada-me muito a franqueza. Eu, com muita vontade tomaria a peça. Porém eu estou nestas condições econômicas... Muito mal! “Não! Vá e traga as valises (lá dizem as maletas) e venha. E se tem com que me pagar, me paga, e se não, pois não me paga. Por isso não há problema. “ 

Então, quando já fui trazer as maletas... Então com que pago? E pegar um táxi? Nem nada. Senão no ombro! 

Regressei. Já me tinha varrido a peça. Bem arrumada. Hospedei-me aí. Então já deixei para conversar com ela na sala e lhe falei bem claramente. E me disse: “Veja, Don Joaquim (foi um balde de água que senti em cima de mim), agrade-me muito o ocultismo, porém eu tenho um mestre que meu guia. Um mestre  que me guia, um mestre iluminado (que se manifesta através dela)”. 

E lhe disse: “Veja, dona Ana: Nenhum Mestre da Loja Branda usa corpo alheio para se manifestar, porque isso é magia negra. Então, o que está enganando a senhora é um mago negro”. 

Discutiu. Disse-lhe: Não vamos discutir. Vamos provar. A senhora me prova que é um Mestre da Loja Branca, ou eu lhe provo que é um mago negro. 

Bem, eu tinha um Pentagrama. Quando uma filha dela ouviu o desafio. Quando eu estava em minha peça, casualmente lendo o Matrimônio Perfeito, ou estudando-o, quando me chamou a moça: “Don Joaquín, corra que minha mãe vai entrar em transe!” Peguei uma espadinha que tinha e arranquei escada abaixo. Cheguei e a senhora já estava que se manifestava o demônio. Então peguei uma conjuração fortemente e lhe pus o Pentagrama aqui (glândula pineal), e lhe disse: “Dona Ana, dou quinze minutos para que seu mestre se manifeste. Se é um mestre da Loja Branca, tem que se manifestar por cima de mim; e se é um mago negro, não poderá!”. 

Bem, passaram os quinze minutos e disse: “Dou-lhe cinco minutos mais a seu mestre!” Passaram os cinco minutos. Disse-lhe: “Bem, em que ficamos, dona Ana? É um mago negro ou é um mago branco?” Então, aí sim, me comprou as obras do Mestre. Tudo. E me brindou a casa para formar o primeiro grupo em Costa Rica. Na casa dessa senhora formei. Porém, sempre custou trabalho.” 

Estou lhes dando um ensinamento intuitivo. Ponham-lhe muito cuidado, porque eu andei umas quantas quadras, guiado unicamente pelo coração. E me levou para onde era. De modo que, pois, estou lhes dando um ensinamento intuitivo, para que serve a intuição.


A intuição se manifesta espontaneamente, sem nenhum aperto do coração, nem nada. Senão primeiro o coração espontâneo. Em troca, o sentimento, o ego é como que sente... Não? Isto é espontâneo, o que sai. Ele se diferencia muito bem.


V.M. Rabolu - Assembléia de Pereira - Colômbia -  28 e 29/09/1992        
         

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Clique aqui para ler sobre "O poder do chacra cardíaco"

 

 

 
 
 
     

“Este ensinamento para mim é tão grande porque ele ensina a  gente a viver” (Mestre Rabolú)